O Programa

PPGECOH

O Programa

O Programa de Mestrado em Ecologia Humana e Gestão Socioambiental busca discutir os aspectos do desenvolvimento socioambiental sustentável no Nordeste brasileiro, a partir dos conceitos de sustentabilidade ecológica, social, política, econômica e cultural e gestão socioambiental, com enfoque na dinâmica étnica dos grupos humanos, tendo como base a Ecologia enquanto área do conhecimento que discute as ações das sociedades humanas nos diversos contextos/nichos ecológicos.

Dessa forma, o programa busca formar pesquisadores com competências para trabalhar na área da gestão socioambiental, especificamente em unidades de conservação e corredores ecológicos, que inclua a leitura das dinâmicas étnico-culturais de diferentes grupos humanos, com destaque para os povos e comunidades tradicionais, nas suas relações com os diferentes biomas e ecossitemas, particularmente o Bioma Caatinga e os mais variados aspectos do Semiárido brasileiro. Estes profissionais deverão estar aptos para trabalhar na pesquisa, extensão e ensino superior em torno desta temática

Conceito CAPES: 4

Áreas de Concentração

Área 1: Ecologia Humana e Gestão Socioambiental

A área de concentração em “Ecologia Humana e Gestão Socioambiental” discute aspectos do desenvolvimento socioambiental sustentável na contemporaneidade, consequentemente, as idéias de sustentabilidade ecológica, social, política, econômica e cultural, com enfoque na dinâmica étnica e ambiental das populações humanas nos diferentes ecossistemas, particularmente no Bioma Caatinga

Área 2: Agroecologia e Saúde Humana

A área de concentração em “Agroecologia e Saúde Humana”, busca compreender os agroecossistemas, compondo conhecimentos de agronomia, ecologia, saúde, economia, sociologia, entre outros. Com enfoque numa reforma sociopolítica de empoderamento do agricultor ao encontro de sua identidade e participação ativa no processo produtivo, abrangendo aspectos sociais e culturais, buscando preservar recursos ambientais, levando a resultados econômicos positivos para sociedade, a longo prazo, ou seja, uma agricultura sustentável.