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Autor: Assessoria Editanto Sonhos, com edição da Ascom UNEB   |   Postado por: Wânia Dias às 13:47 hrs

Projeto oferece formação em acessibilidade audiovisual para agentes culturais

A UNEB, através do Núcleo de Educação Especial (Nede), participa do projeto “Editando Sonhos: Jornada Formativa em Acessibilidade Audiovisual”. A iniciativa irá reunir virtualmente, durante o mês de fevereiro, agentes da cadeia produtiva do audiovisual para palestras, minicursos, oficinas e mostra de filmes, qualificando os recursos de acessibilidade em suas produções.

O projeto tem apoio financeiro do Estado da Bahia, através da Secretaria de Cultura e da Fundação Cultural do Estado da Bahia (Programa Aldir Blanc Bahia), via Lei Aldir Blanc, direcionada pela Secretaria Especial da Cultura do Ministério do Turismo, Governo Federal.

Os interessados devem se inscrever até os próximos dias 21 de fevereiro (nas mostras de cinema) e até 18 de fevereiro (nas oficinas). Mulheres, população LGBTQI e pessoas com deficiência atuantes no setor do audiovisual da Bahia são segmentos prioritários da ação, que visa também possibilitar o diálogo entre agentes do mercado audiovisual e produtores de acessibilidade cultural.

Serão cinco oficinas sobre os variados tipos e modalidades de recursos de acessibilidade cultural com especialistas e pesquisadores do mercado local e nacional. Dentre eles, representando a UNEB, estarão a professora Sandra Rosa Farias, que desenvolve a pesquisa Audiodescrição e Linguagem Cinematográfica e a professora Iracema Vilaronga, que possui experiência como audiodescritora em diferentes linguagens artísticas. Isaac Donato, egresso da universidade, também participará da ação ministrando uma oficina de roteiro.

A programação contará também com um festival virtual de cinema, com mostra de curtas baianos produzidos a partir de 2018 com acessibilidade, com quatro filmes a serem premiados no valor de R$ 500. Durante a programação serão exibidos diariamente três filmes de curta-metragem e um de longa-metragem, seguidos de debate entre a equipe e o público.

“Nós fomos motivados pela escassez de formação na área da acessibilidade cultural na Bahia. Existe uma demanda importante por parte do mercado cultural em relação à acessibilidade de seus produtos. Portanto, foi uma oportunidade que a Lei Aldir Blanc nos trouxe e, por outro lado, uma necessidade de promoção dessa formação”, afirma Ednilson Sacramento, um dos produtores do projeto.

Mais informações: projetoeditandosonhos@gmail.com.