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Autor: Núcleo de Jornalismo/Ascom   |   Postado por: Wânia Dias às 15:10 hrs

Ciclo internacional destaca Mulheres Negras e Produção de Epistemologia das ‘Amefricanas’

A UNEB, por meio do Grupo de Pesquisa em Gênero, Raça, Cultura e Sociedade (Candaces), em parceria com o Centro de Estudos dos Povos Afro-Índio-Americanos (Cepaia), realiza o III Ciclo Internacional Mulheres Negras e Produção de Epistemologia das ‘Amefricanas’ entre os dias 14 e 16 de outubro, no Campus I da UNEB, no bairro do Cabula, e na sede do Cepaia, no centro histórico, em Salvador.

O evento tem como objetivo debater sobre as novas formas de conhecimento produzidas por mulheres negras a partir das suas experiências históricas na Diáspora Africana. A programação reserva conferências, mesas de debates, minicursos, oficinas, exibição de filme, além de uma roda de conversa Mulheres nos espaços de poder institucional, realizada em parceria com a Associação dos Docentes da UNEB (Aduneb).

Entre as atrações do evento estão a pesquisadora afro-venezuelana, Johoanna Monagreda, que irá proferir a conferência de abertura; a palestrante internacional Joacine Katar Moreira, primeira mulher negra de origem africana eleita no parlamento português.

O ciclo contará ainda com a presença da socióloga e membro do Fórum Marielles de Salvador, Vilma Reis e de Luciene Lacerda, psicóloga e ativista, que fará uma palestra sobre a importância da saúde mental da população negra, atividade realizada em parceria com a Liga Acadêmica de Psicologia, Relações Raciais e Sociedade da UNEB.

Os interessados em participar podem realizar inscrição gratuitamente no site www.sge.uneb.br/candaces2019.

Segundo a coordenadora do evento, professora Ana Cláudia Pacheco, esta edição do Ciclo foi pensada para difundir a produção intelectual das mulheres negras da América Latina, Caribe e África. “O conceito ‘Amefricanidade’ foi desenvolvido pela intelectual e ativista negra brasileira, Lélia González, que viveu de 1935 a 1994. Ela foi uma das fundadoras do Movimento Negro Unificado (MNU) e uma das grandes referências do Movimento de Mulheres Negras na contemporaneidade”, destaca a docente.

Informações: www.sge.uneb.br/candaces2019.